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Archive for the ‘tecnologia’ Category

Há muito se especula se existe vida além da terra ou não. Muitos acreditavam que com o tamanho descomunal do universo, fosse extremamente improvável que não. Outros alegavam terem visto OVNIs, ou até mesmo extraterrestres pessoalmente. Muitos casos foram revelados como falsos, e outros como inconclusivos. Mas apesar de tudo, sempre houve essa dúvida.

Há algum tempo atrás a NASA enviou uma sonda à marte para explorar uma parte do planeta que aparentemente estava congelada. Eles acreditavam que se houvesse de fato água nesse local, provavelmente existiria ou teria existido vida. A sonda, apelidada de rROLL, obteve um lançamento bem sucedido, mas a NASA perdeu o contato com ela, enquanto esta se aproximava da superfície marciana. Passou-se mais tempo que o esperado e a sonda não respondeu. Porém, quando a maioria já havia desistido, eles receberam as primeiras transmissões da sonda, corretamente alojada na superfície de marte.

Já muito felizes, os cientistas da NASA , receberam após algumas horas a primeira transmissão de vídeo da sonda. Porém, o que eles viram foi muito além de suas expectativas. Antes mesmo da sonda ter recolhido amostras do solo, nas filmagens feitas pela sonda, os cientistas descobriram não apenas bactérias, mas formas de vida incrivelmente desenvolvidas. E mais incrível ainda, elas possuiam uma rebuscada linguagem própria.

“Essa deve ser a maior descoberta do século, não, do milênio”, disse um cientista brasileiro da NASA. “Não esperávamos encontrar quaisquer formas de vida, e acabamos descobrindo uma forma de vida avançada e inteligente. Estamos estudando o local onde foi filmado esse vídeo, e já estamos considerando formas de interagir com eles. Pode ser o início de uma relação social interplanetária. Temos que tomar muito cuidado para não interagirmos de forma inadequada. Não sabemos seu nível tecnológico ou se são uma ameaça para nós.”

Quando perguntaram ao diretor da NASA como ele se sentia, este respondeu: “And if you ask me how I’m feeling, don’t tell me you’re too blind to see”, traduzido como “Se você me pergunta como eu me sinto, não me diga que você é cego demais para ver”. Há alguns rumores de que ele tenha saído correndo chorando depois disso.

Para ver o vídeo filmado pela sonda rROLL da NASA mostrando as formas de vida inteligentes em Marte, clique aqui.

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“(…) Ou você aperta ‘o telefone de Sally Hancock’ e o quadro se põe a piscar, a estalar, e você entra em comunicação com a casa dela e se alguém atender você obtém uma ligação audiovisual. Mas além disso, se quiser saber a previsão do tempo ou quem ganhou hoje a corrida em Hialeah ou qual foi a mulher que dividiu com o presidente Garfield a administração da Casa Branca durante aquele período de governo ou o que é que a firma de fulano ou beltrano está liquidando hoje, isso também aparece no vídeo. Tudo por conta dos relés do receptor. A matriz do receptor é um enorme prédio que contém todos os fatos desde a criação do mundo e qualquer programa de televisão que já foi gravado até hoje – e está ligado a tudo quanto é receptor do país inteiro – e qualquer coisa que você queira saber, ver ou ouvir, é só apertar a tecla e lá está. É conveniente à beça. Também faz operações de matemática para você, funciona como guarda-livros, farmacêutico, físico, astrônomo, vidente e, de quebra, como ‘Consultório Sentimental’. A única coisa que não faz é explicar exatamente o que é que sua mulher pretendia insinuar quando disse ‘Ah, você acha, é?’ com aquele estranho timbre de voz. As lógicas não funcionam direito com mulheres. Só com coisas que dá para entender.”

 

A descrição acima foi feita em um conto de Murray Leinster. Como se vê, ele fala de algo muito parecido com a Internet. Mas o conto foi escrito em 1946, quando a televisão era recém-nascida e o computador praticamente estava sendo gestado. O transistor sequer havia sido inventado, o que só aconteceu no ano seguinte, em 1947. Esta última data foi tirada do Google, seguindo um ritual semelhante ao narrado pelo escritor.

 

O texto foi republicado em 1983 numa coletânea de contos de ficção científica organizada por Isaac Asimov (Histórias de Robôs, vol 3, L & PM, 2005). Mas nem Isaac Asimov percebeu o alcance da previsão, pois apenas destacou, em seu comentário de introdução, a idéia de miniaturização dos computadores. Embora a internet tenha sido inventada por volta de 1970, apenas na década de 90 do século passado ela começou a transformar-se no que é hoje: algo bem parecido com um oráculo.

 

Mas a maior previsão da ficção científica para o fim do Séc. XX não se confirmou: os robôs ainda não nos substituiram em todas as tarefas maçantes. Segundo artigo de Hans Moravec, publicado na Scientific American do Brasil, Edição Especial de nº 25, os computadores atuais têm potência para replicar apenas o sistema nervoso de insetos. Mas até 2010 é possível que tenhamos robôs móveis do tamanho de pessoas, com habilidades semelhantes às dos lagartos. Até 2040, teremos uma máquina com a mesma capacidade intelectual de um ser humano. A chamada quarta geração de robôs universais, com 100 milhões de Mips (milhões de instruções por segundo), poderá imitar o raciocínio humano para diversas aplicações práticas, e há indícios que sua inteligência ultrapasse a nossa antes de 2050.

 

A inteligência artificial é justamente o assunto tratado na seqüência do conto. Porém o mais intrigante será quando os computadores e robôs começarem a ter sentimentos.

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